Fome emocional e a relação com a comida
A fome física costuma surgir gradualmente, aceita diferentes alimentos e diminui quando você se sente satisfeito. A fome emocional aparece de repente, pede alimentos específicos e muitas vezes continua mesmo depois de comer.
Comer por emoção não é falta de força de vontade. Em geral é uma estratégia de alívio rápido para cansaço, ansiedade, tédio ou frustração — e a culpa que vem depois tende a alimentar o ciclo.
Um caminho mais sustentável começa por garantir refeições adequadas ao longo do dia. Comer pouco demais nas primeiras horas costuma aumentar a chance de episódios de descontrole à noite.
Depois disso, ajuda nomear o que está acontecendo antes de comer, criar pausas curtas e ampliar o repertório de cuidado: descanso, movimento, conversa. Quando o sofrimento é frequente ou intenso, o acompanhamento com nutricionista e psicólogo faz diferença.
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O acompanhamento considera seu histórico, sua rotina e seus objetivos.
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